Ve linhas...

Linhas dispersas, linhas sem anexo.

Linhas que se acumulam, que se sucedem, sem uma lógica obrigatória.

O tempo da Gabardine

Um pingo, outro e outro.

O outono chega, e com ele o tempo que não é quente nem frio, que chove e não chove, que nem é peixe nem carne. A gabardine aparece... e com ela vêem-se coisas esquisitas. O tempo do exagero, do despropositado. Meninas de sandálias e kispos. Ou de botas e tops. Modas, dizem. Despropósitos, digo.

A gabardine torna-se no mais tolerável nesta altura. Vai bem com o guarda-chuva e com a t-shirt. É como o tempo: nem quente, nem fria. A gabardine condiz com os cabelos molhados e com o pisar das folhas, que se esmagam debaixo dos nossos pés (ou botas... ou sandálias, conforme os gostos!). Fica bem com o sorriso de Outono, de início de escola, de castanhas e de frio nos lábios.

Um pingo, outro e outro.

E a gabardine chega.

3 comentários:

Anônimo disse...

desculpa mas tenho d comentar um erro teu; o tempo pode ser frio mas fria nao me parece bem... llol desclp

..... um breve beijo...

Anônimo disse...

Marido! Que falha... ainda não te tinha dado os parabéns pelo blog!... Cá ficam eles! =)

Eu sempre disse que tens veia de escritora! =)

Beijos*

Indefinido disse...

E actualizar esta coisa, não? Bah. Beijinho, barril ;)